quinta-feira, 21 de abril de 2011

Dizer palavrões alivia a dor

Um grupo de investigadores britânicos chegou à conclusão que a tendência para dizer palavrões em caso de dor não se trata de falta de educação mas sim de um alívio real
O estudo, conduzido por investigadores da Universidade britânica de Keele, concluiu, no entanto, que o ato de praguejar alivia mais quem normalmente não o faz.

Para provar a sua teoria, a equipa de Richard Stephens usou um grupo de alunos voluntários, a quem foi pedido que submergissem os braços num recipiente com água gelada, enquanto diziam um palavrão. A experiência foi depois repetida, mas aos voluntários foi pedido que dissessem uma palavra "correta".

No final, concluiu-se que os jovens foram capazes de manter os braços dentro da água gelada mais tempo enquanto diziam o palavrão.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Reverter o envelhecimento ?

ronal depinho
Ronald Álvaro dePinho, cientista luso-americano
em Boston descobriu como reverter o processo de envelhecimento… 

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domingo, 10 de abril de 2011

Música induz prazer no cérebro


Substância no cérebro induz sentimento de prazer quando ouvimos música.

Para o cérebro, as pessoas gostam de música pela mesma razão que gostam de comer ou fazer sexo: todas essas acções fazem-no libertar uma substância química ( dopamina ) que dá prazer.

O novo estudo descobriu que a substância do cérebro envolvida nesse prazer – a dopamina – faz as pessoas sentirem tanto a antecipação de um momento musical particularmente emocionante, como uma excitação por causa dele.

A dopamina normalmente ajuda as pessoas a sentirem prazer quando comem ou fazem sexo, por exemplo. Ela é activa em determinados circuitos do cérebro.

Para testar o papel da substância no prazer de ouvir música, os investigadores exploraram o cérebro de 8 voluntários, escolhidos porque sentiram arrepios em momentos particulares de algumas peças de música preferidas.

Os resultados sugerem que as pessoas que gostam de música, mas não sentem “calafrios”, também experimentam os efeitos da dopamina. Porém, essa característica permitia que os cientistas estudassem melhor como o cérebro lida com a antecipação e a vinda de um “prazer musical”.

O estudo utilizou apenas música instrumental, mostrando que vozes não são necessárias para produzir a resposta da dopamina. Outros trabalhos deverão estudar como as vozes contribuem para o efeito de prazer.

Os cérebros dos participantes bombearam mais dopamina ao escutar músicas favoritas.

A dopamina subiu em uma parte do cérebro chamada estriado, durante os 15 segundos que antecederam um momento emocionante, e apareceu numa parte diferente quando o momento musical finalmente chegou.

Os pesquisadores dizem que isso faz sentido: a área ligada à antecipação liga-se com as partes do cérebro envolvidas com “fazer previsões” e “responder ao ambiente”, enquanto a zona de reacção ao momento máximo em si está ligada ao sistema límbico do cérebro, envolvido na emoção.

Uma dúvida dos cientistas que os cientistas querem esclarecer é, como os participantes já conheciam as peças musicais que escutaram, não foi possível saber se a reacção de antecipação veio da memória ou de um sentimento natural que as pessoas desenvolvem conforme a música se desenvolve..

A ligação com a dopamina também ajuda os pesquisadores a explicar porque é que a música é tão amplamente popular entre as culturas. E ela não é a única experiência cultural que afecta os circuitos de recompensa do cérebro. Outros pesquisadores mostraram recentemente a mesma ligação quando pessoas estudam obras de arte.

Hypescience

sábado, 9 de abril de 2011

Carro movido a ar

Porque andamos a pagar balúrdios $ pelos combustíveis?
Porque as empresas Petrolíferas querem continuar a lucrar biliões e a escravizar-nos...
Hoje em dia já existem energias mais limpas e baratas, inclusivé carros movidos a ar: