segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Tatuagens electronicas

O que acha de ter uma tatuagem que se move?

Esse é o conceito que a Philips apresenta neste vídeo abaixo, e que pode em breve se tornando realidade graças às pesquisas do bioengenheiro Brian Litt, da Universidade da Pensilvânia que está trabalhando com um grupo de pesquisadores do Instituto Beckman, da Universidade de Illinois e da Universidade Tufts para criar essas tatuagens electrónicas de LED.

E essas pesquisas têm várias aplicações medicas além da artística, como um relógio informando quando diabético deve tomar insulina ou um indicador dos níveis de açúcar no sangue.

Trata-se de um implante feito sob a pele composto de chips de silicone e seda, que serve de suporte para o chip e microlâmpadas de diodos orgânicos. Uma vez implantado sob a pele, o circuito adapta-se às formas do corpo. Com o tempo, a seda desaparece. Ficam apenas os LEDs e chips.

Mas os planos dos pesquisadores são bem mais altos que pretendem fazer com que os electrodos também sejam compostos de seda para ampliar o seu uso no corpo humano.
Como o material se integra melhor com tecidos orgânicos, esse tipo de electrodo poderia ser implantado no cérebro para gerar estímulos em áreas antes inacessíveis do cérebro para controlar sintomas da Síndrome de Parkinson, em que a pessoa perde o controle sobre os movimentos das mãos.

Também poderiam ser usados no entorno de nervos periféricos para ajudar no controle de próteses. Testes de usos como esse já estão em andamento com ratos e foram bem sucedidos, segundo os cientistas.

Vejam o vídeo:


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