segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Fobias esquisitas


Esses são alguns dos nomes usados por psicólogos para explicar algumas das fobias mais estranhas que existem no mundo.

Efebofobia: Medo irracional de adolescentes e jovens.

Catoptrofobia: Medo irracional e mórbido de espelhos.

Fagofobia: aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante de engolir ou de comer

Caetofobia: É uma fobia em que a pessoa tem medo anormal e injustificado de pelo ou de cabelo. Aqueles que sofrem desta fobia muitas vezes afastam-se de pessoas com cabelo abundante. Podem também temer o seu próprio cabelo, e por ódio tentam remover o cabelo da sua cabeça. Normalmente sentem-se desconfortáveis ao olhar para o espelho .

Coprofobia: Medo dos excrementos retais (fezes), observa¬do por vezes na neurose obsessivo-compulsiva. O medo está relacionado ao medo de sujeira ou de contaminação (por exemplo, medo de uma doença infecciosa ou medo de tocar em alguma coisa e adquirir uma enfermidade por contágio).

Filemafobia: consiste no medo (fobia) de beijar ou ser beijado por alguém, sendo específico para beijos na boca.Para alguns estudiosos, esse transtorno está relacionado a outro, a filofobia, o medo de se apaixonar.

Gamofobia: é o medo de casamento, é um distúrbio psíquico que se traduz num medo mórbido, irracional, desproporcional, persistente e repugnante do matrimónio.

Lissofobia: Medo de ficar louco.

Melofobia: medo de ouvir música.

Olfactofobia: medo de sentir odores.

Tatuagens electronicas

O que acha de ter uma tatuagem que se move?

Esse é o conceito que a Philips apresenta neste vídeo abaixo, e que pode em breve se tornando realidade graças às pesquisas do bioengenheiro Brian Litt, da Universidade da Pensilvânia que está trabalhando com um grupo de pesquisadores do Instituto Beckman, da Universidade de Illinois e da Universidade Tufts para criar essas tatuagens electrónicas de LED.

E essas pesquisas têm várias aplicações medicas além da artística, como um relógio informando quando diabético deve tomar insulina ou um indicador dos níveis de açúcar no sangue.

Trata-se de um implante feito sob a pele composto de chips de silicone e seda, que serve de suporte para o chip e microlâmpadas de diodos orgânicos. Uma vez implantado sob a pele, o circuito adapta-se às formas do corpo. Com o tempo, a seda desaparece. Ficam apenas os LEDs e chips.

Mas os planos dos pesquisadores são bem mais altos que pretendem fazer com que os electrodos também sejam compostos de seda para ampliar o seu uso no corpo humano.
Como o material se integra melhor com tecidos orgânicos, esse tipo de electrodo poderia ser implantado no cérebro para gerar estímulos em áreas antes inacessíveis do cérebro para controlar sintomas da Síndrome de Parkinson, em que a pessoa perde o controle sobre os movimentos das mãos.

Também poderiam ser usados no entorno de nervos periféricos para ajudar no controle de próteses. Testes de usos como esse já estão em andamento com ratos e foram bem sucedidos, segundo os cientistas.

Vejam o vídeo:


domingo, 1 de novembro de 2009

Human face fish

Peixe de rosto humano :




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