terça-feira, 12 de agosto de 2008

Planeta Mercúrio está encolhendo ...


O menor planeta do sistema solar está encolhendo em um ritmo inesperado.
Quando a sonda da NASA Mariner 10 sobrevoou o planeta em 1974 e 1975, retornou imagens de penhascos ‘escarpados’ que cortam todos os tipos de formações geológicas.


Isso sugeriu que a superfície do planeta estava contraindo-se.
Agora, imagens da superfície de Mercúrio feitas pela nave Messenger confirmam que a crosta parece ter-se espremido.


Em realidade parece que o planeta encolheu mais do que se pensava anteriormente e ainda pode estar encolhendo.
Para que tal encolhimento ocorra, Mercúrio de ter um centro líquido que está se arrefecendo e contraindo com o tempo.
Estudos futuros poderão ajudar a datar os escarpados para revelar se o encolhimento de Mercúrio já cessou.

fonte: New Scientist

sábado, 2 de agosto de 2008

Origem da expressão "Segurar a vela"

No período correspondente à Idade Antiga e Média, as pessoas acendiam velas para fazer as suas actividades nocturnas como, por exemplo, jantar, tomar banho, entre outras.

Na Idade Média, as pessoas que eram designadas ao trabalho braçal seguravam as velas para que o seu senhor visse o que fazia.

Em eventos e estabelecimentos que só funcionavam à noite, colocavam rapazes para acender e segurar velas.
Por causa dessa actividade foi que surgiu na França a expressão “tenir la chandelle”, essa expressão também era usada para definir o trabalho desempenhado por criados que seguravam candeeiros para que os seus patrões pudessem ter relações sexuais com luz, porém durante todo o acto sexual eles deveriam manter-se de costas, de forma a não invadir a privacidade do casal.

Ao longo do tempo o termo “segurar vela” ganhou diferentes definições, a mais recente é a utilizada para designar o papel de um amigo solteiro que acompanha um casal de namorados, esse fica ‘sobrando e/ou atrapalhando’ o clima romântico do casal.

Porque è que a Ferradura é sinal de sorte?

Há registos de que esse objecto já era considerado um amuleto poderoso desde a Grécia Antiga.
Primeiro porque era feito de ferro, elementos que os gregos acreditavam proteger contra todo mal.

Além disso, o seu formato lembrava a Lua crescente, símbolo de fertilidade e prosperidade.

Os cristãos europeus, por sua vez, creditam a sua origem a São Dunstan de Canterbury (924-988), monge e arcebispo inglês conhecido como Grande estudioso da metalurgia.

Segundo a lenda, Dunstan teria colocado ferraduras no próprio demónio e somente as retirou depois de ouvir a promessa de que ele, o tinhoso, nunca mais se aproximaria do objecto.

Olhos vermelhos nas fotografias

Em algumas ocasiões, quando tiramos uma foto acontece de alguém ficar com uma coloração avermelhada na região dos olhos. Mas por que isso ocorre?

Na verdade, o olho humano funciona como uma câmara escura.
Embora pelo lado externo a pupila seja da cor preta, a região do fundo do olho, chamada de retina, é provida de diversos vasos sanguíneos, dando uma coloração avermelhada.


O que ocorre nas fotos é que a luz do flash incide sobre a pupila e alcança a retina.
Ao alcançar essa parte do olho, a luz atinge as veias sanguíneas e a cor vermelha é preferencialmente reflectida.

Outra questão: por que nem sempre isso acontece?

A ocorrência ou não dos olhos avermelhados nas fotos irá depender da claridade do ambiente. Quando o ambiente está grandemente iluminado, as pupilas contraem-se naturalmente, dificultando a entrada da luz do flash.

As câmeras fotográficas actuais possuem recursos que diminuem o efeito dos “olhos vermelhos”, disparando luzes antes do flash com o objectivo de retrair as pupilas do fotografado.

Outra solução é olhar para um objecto luminoso alguns instantes antes de tirar a foto, fazendo com que haja a contracção da pupila.

Susto faz parar soluços ?

Sim, pois no momento em que a pessoa se assusta o organismo liberta a adrenalina, substância que restabelece o funcionamento normal do nervo frênico, interrompendo o problema.
Mas para que isso ocorra a pessoa tem que se assustar de verdade.


Além do susto, quem está com soluços pode experimentar suster a respiração por alguns segundos, pois a taxa de gás carbónico no organismo aumenta, o gás carbónico num nível mais elevado inibe o nervo frênico, que volta, então a trabalhar correctamente.

Espirro olhando para a Luz

É facto. Quando estamos com vontade de espirrar e olhamos para o sol ou para uma lâmpada, espirramos com muito mais facilidade. Mas por que motivo isso acontece? Na verdade, não existe uma explicação totalmente aceite para isso, no entanto, a hipótese mais aceite é a que relaciona esse feito com o chamado reflexo cruzado.

Segundo alguns especialistas, nós espirramos quando olhamos para a claridade devido ao facto das mensagens visuais enviadas para o nosso cérebro passarem muito próximas daquelas enviadas pelo nervo olfactivo e pelo trigémeo, que comanda a contracção dos nervos da mucosa nasal, estimulando assim, o mecanismo do espirro.

Bode expiatório

Na bíblia, a expressão começou a ser usada quando o irmão de Moisés sacrificou um bode para a remissão de pecados.
O bode foi sacrificado por um pecado que nem era dele por isso o termo bode expiatório teve tal significado.


O termo “bode expiatório” é bastante usado pela mídia para acusar alguém de alguma falcatrua, mas, o significado da palavra é acusação de uma pessoa inocente.

Quando uma pessoa é acusada por algo que não fez ela é vítima de um bode expiatório.

Na era nazista, os judeus eram acusados por colapsos que acontecia na Alemanha e assim eram acusados sem cometer nada.

Ao pé da letra, bode expiatório era um animal que era apartado dos demais bodes sendo deixado abandonado na natureza, como parte das cerimónias hebraicas. Diz-se que o bode expiatório fica andando atrás das pessoas espiando os seus actos.

Comemoração do Aniversário

A prática de sempre festejar a data em que uma pessoa completa mais um ano de vida não é totalmente seguida no mundo.

No Vietname por exemplo, não se comemora na data específica do nascimento, mas sim, na passagem do ano novo, onde todas as pessoas comemoram os seus aniversários colectivamente.


Contudo, as festas de aniversário surgiram no Ocidente.
Desde a Antiguidade os romanos já comemoravam o dia do nascimento de uma pessoa, conhecido como dies sollemnis natalis.


Os tradicionais bolos de aniversário surgiram na civilização grega, quando os adoradores da deusa da fertilidade, Ártemis, ofereciam em seu templo um preparado de mel e pão, no formato de uma lua
.
As
velas colocadas em cima do bolo surgiram também na época dos deuses antigos, pois as pessoas criam que a fumaça das velas levava os desejos e as preces dos fiéis até o céu para que fossem atendidas, além de proteger o aniversariante de espíritos ruins e garantir a protecção para o ano vindouro.

A maior temperatura que o corpo aguenta

A busca pela maior temperatura suportada pelo corpo humano iniciou-se no século XVIII, por meio do médico inglês Charles Blagden, e de uma forma não muito comum: Sr. Blagen resolveu entrar num cómodo aquecido a 105°C, tendo conseguido permanecer no local por 15 minutos.

Testes mais recentes e menos perigosos foram capazes de descobrir a exacta temperatura máxima que podemos aguentar: 127ºC, por 20 minutos.

Na verdade, o suor é o grande responsável por suportarmos altas temperaturas.
Nesse sentido, quando o ar está seco, podemos suportar maiores temperaturas, uma vez que o suor rouba calor do corpo e evapora.
Já quando o ar está úmido, qualquer temperatura acima dos 40ºC pode tornar-se insuportável, pois o mesmo não encontra condições de evaporar e amenizar a temperatura do corpo.

A origem da Lua

Não se sabe ao certo como a lua se originou, mas existem inúmeras teorias que relatam o seu aparecimento em órbita. A teoria mais aceite hoje diz que a lua se formou através de uma colisão entre o planeta Terra e um corpo do tamanho de Marte aproximadamente há 4,6 bilhões de anos.

Acredita-se que o choque entre os dois corpos aconteceu na última fase do processo de formação da Terra onde parte do seu núcleo se perdeu. Uma nuvem de poeira formou-se sobre a Terra devido à colisão.

A parte do núcleo que se perdeu durante o choque, sofreu um processo de condensação e aproximou-se do plano da eclíptica que fez com que este núcleo condensado entrasse em órbita. A sua temperatura após a condensação explica a ausência de compostos voláteis nas rochas lunares.